• Fatos diretos sobre implantação de TI em um data center compartilhado

view of an enterprise data center in a high rise over looking a city

Data centers compartilhados oferecem economia, confiabilidade e segurança na hospedagem para equipamentos de TI. Para garantir bom desempenho, os prestadores do serviço definem diretrizes operacionais, ou melhores práticas, para orientar os locatários na instalação de seus equipamentos.

Contudo, os locatários podem ver essas melhores práticas para energia e resfriamento como restrições, em vez de orientações úteis de implantação de TI.

Os locatários podem preferir adotar seu plano tradicional de implantação de projeto, ou acreditar que o custo de execução das melhores práticas no compartilhamento não trará um ROI mensurável. Mas o modo como os locatários implantam seus equipamentos de TI em um ambiente compartilhado afeta a eficiência geral – e o custo do espaço locado – das instalações.

Se os equipamentos de TI de um locatário estiverem em uma “comunidade” que ignora as diretrizes para energia e resfriamento, as instalações coletivas podem gerar capacidade ociosa, que a TI não usa devido ao projeto ou configuração do sistema. O resultado são custos mais altos ao prestador de compartilhamento, que os repassará aos locatários.

A solução é simples: Seguir as diretrizes do locador para melhorar a eficiência da infraestrutura e reduzir custos.

O que há por trás do problema?
Tanto locatários como prestadores têm o desafio de conciliar as capacidades de energia, resfriamento e espaço para servidores. A capacidade ociosa pode resultar de um excesso de racks de baixa densidade, das limitações do projeto da capacidade de resfriamento ou das dificuldades em misturar correntes de ar quente e frio. Dito de outra forma, a capacidade ociosa ocorre quando um tipo de capacidade não pode ser usada, porque outra ou mais foram utilizadas na capacidade máxima.

As opções de solução desse problema abrangem o aumento da densidade média do rack, que pode resolver problemas de espaço, energia e distribuição, e recuperar capacidade de distribuição do resfriamento através da contenção de ar. Mas um prestador de compartilhamento conseguirá resolver melhor o problema e apresentar o resultado esperado se os locatários respeitarem as melhores práticas para energia e resfriamento.

As melhores práticas são um apoio, não um empecilho
Uma política de uso aceitável (AUP) acordada entre locatário e prestador estabelece a ordem ao ditar as diretrizes de implantação de TI. Uma AUP controla os custos operacionais de locatários e prestadores através de regras para energia, resfriamento e instalações. Os benefícios se somam, melhorando o desempenho geral do data center e gerando economia a todas as partes. Adotar uma AUP permite:

  • Reduzir a capacidade ociosa
  • Reduzir paradas, causadas por desligamento térmico e erro humano
  • Estender a vida do espaço inicial locado

A AUP oferece melhores práticas e soluções como:

  • Usar cabos aéreos
  • Usar racks amplos que permitam a gestão de cabos de alta densidade
  • Prevenir a mistura de correntes de ar quente e frio
  • Usar componentes suplementares de resfriamento para racks de alta densidade

Outras melhores práticas que beneficiam locatários e prestadores são:

  • Gerenciar a capacidade ao implementar TI através de software de gestão da infraestrutura do data center (DCIM).
  • Usar arquitetura modular e eficiente de energia para acomodar aumentos na densidade do rack.
  • Usar um sistema de resfriamento de circuito fechado , combinado a uma arquitetura de piso elevado para aumentar a capacidade de resfriamento.

Implantar tecnologia de energia e resfriamento de alta eficiência e software de gestão pode ajudar a tornar a experiência mais rentável para locatários e prestadores.

Aprenda como melhores práticas podem trabalhar a favor do inquilino. Faça o download do white paper No. 173, “Diretrizes sobre Energia e Resfriamento para implementar TI em Data Centers compartilhados.”
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